14 janeiro 2016

Música #5: David Bowie

Hoje, vou falar sobre um dos artistas mais completos que o mundo da música já teve. Eis minha singela homenagem ao camaleão do rock, David Bowie.

David Bowie, nome artístico de David Robert Jones, foi um cantor, compositor, ator e produtor musical inglês. Por vezes referido como "Camaleão do Rock" pela capacidade de sempre renovar sua imagem, tem sido uma importante figura na música popular há cinco décadas e é considerado um dos músicos populares mais inovadores e ainda influentes de todos os tempos, sobretudo por seu trabalho nas décadas de 1970 e 1980, além de ser distinguido por um vocal característico e pela profundidade intelectual de sua obra.

David Bowie nasceu como David Robert Jones em Brixton, Londres, em 8 de janeiro de 1947. Sua mãe, Margaret Mary "Peggy", era descendente de irlandeses e trabalhava como arrumadeira de cinema, enquanto seu pai, Haywood Stenton "John" Jones, era oficial de promoções da Barnardo's. A família vivia no número 40 da Stansfield Road, próximo da fronteira das zonas londrinas do sul de Brixton e Stockwell. Um vizinho lembrou que "Londres na década de quarenta era o pior lugar possível, e o pior lugar possível para uma criança nascer." Bowie freqüentou a Stockwell Infants School até seus seis anos de idade, adquirindo reputação de garoto com talento para cantar e, principalmente, gritar.

De seu saxofone de plástico a um instrumento real em 1962, Bowie formou sua primeira banda aos 15 anos de idade. Os Kon-rads tocavam guitarra baseada no rock and roll em reuniões de jovens e em casamentos, e tinham uma formação que variava entre quatro e oito membros, entre eles Underwood. Ao deixar a escola técnica no ano seguinte, Bowie informou a seus pais o seu sonho de tornar-se uma estrela do rock. Não demorou, então, para sua mãe o arranjar um emprego como companheiro de eletricista. Frustrado pelas limitadas aspirações que seus colegas de banda tinham, Bowie deixou a Kon-rads e formou outra banda, os King Bees. Escreveu uma carta a um empresário inglês bem-sucedido, chamado John Bloom, que trabalhava com máquinas de lavar, convidando-o a "fazer por nós o que Brian Epstein fez pelos Beatles — e fazer mais um milhão." Bloom não respondeu à oferta, mas encaminhou o convite à Leslie Conn, parceiro de Dick James, que contratou Bowie, fazendo dessa a primeira gestão pessoal do artista.

Insatisfeito com seu nome artístico, na época Davy (e Davie) Jones, que em meados da década de 1960 permitia confusão com o ator Davy Jones do The Monkees, o jovem músico renomeou seu nome artístico baseado no sobrenome de um americano do século XIX chamado Jim Bowie e também à faca que ele popularizou. Seu nome também pode ser uma referência ao personagem David Bowman de 2001: A Space Odyssey, famoso filme que inspirou a canção Space Oddity. Seu single "The Laughing Gnome", lançado em abril de 1967, utilizava os vocais acelerados à estilo do The Chipmunks, mas não logrou sucesso comercial. David Bowie, seu álbum de estreia, lançado seis semanas depois, é uma amálgama de pop, folk, psicodelia e music hall, mas teve o mesmo destino de suas tentativas anteriores. O disco foi seu último lançamento por dois anos.

Seu fascínio pelo bizarro reforçou-se com o encontro com o dançarino Lindsay Kemp, como disse o próprio Bowie: "Ele vivia em suas emoções, foi uma influência maravilhosa. Sua vida cotidiana era a coisa mais teatral que eu já tinha visto. Era tudo o que eu pensava sobre bohemia. Entrei para o circo." Kemp, por sua vez, lembrou: "Eu não o ensinei a ser um artista mímico, mas a botar para fora o que ele era .... Eu o ativei para liberar o anjo e o demônio que estava em seu interior." Estudando artes dramáticas com Kemp, do teatro avant-garde e da mímica à commedia dell'arte, Bowie ficou imerso na criação de personagens para apresentar ao mundo. Satirizando a vida numa prisão britânica, a canção de 1967 "Over the Wall We Go" tornou-se um single na voz de Paul Nicholas; outra composição de Bowie, chamada "Silly Boy Blue", foi realizada por Billy Fury no ano seguinte. Bowie começou a namorar Hermione Farthingale quando ela foi escalada junto a ele por Kemp para um minueto poético; logo ambos os amantes se mudaram juntos para um apartamento londrino. Tocando violão, ela formou um grupo com Bowie e o baixista John Hutchinson; entre setembro de 1968 e inícios de 1969, quando Bowie e Farthingale rompiam, o trio dava um pequeno número de concertos combinando folk, beat music, poesia e mímica.

Embora desde cedo tenha realizado o álbum David Bowie e diversas canções, Bowie só chamou a atenção do público em 1969, quando a canção "Space Oddity" alcançou o quinto lugar no UK Singles Chart. Após um período de três anos de experimentação, que incluem a realização de dois significativos e influentes álbuns, The Man Who Sold the World (1970) e Hunky Dory (1971), ele retorna em 1972 durante a era glam rock com um alter ego extravagante e andrógino chamado Ziggy Stardust, sustentado pelo sucesso de "Starman" e do aclamado álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars. Seu impacto na época foi um dos maiores cultos já criados na cultura popular. Vestido com um traje notável, seus cabelos tingidos de vermelho, e o rosto e os lábios fortemente maquiados, Bowie inaugurou a apresentação de Ziggy Stardust com os The Spiders from Mars — Ronson, Bolder e Woodmansey — num pub chamado Toby Jug em Tolworth, em 10 de fevereiro de 1972. A apresentação foi um sucesso e levou-o ao estrelato; Ziggy e os Spiders from Mars viajaram pelo Reino Unido ao longo dos próximos seis meses e propagaram um "culto a Bowie" que "era único, sua influência durou mais tempo e tem sido mais criativa do que talvez quase todas as forças dentro da cultura pop." Em 1973, o disco Aladdin Sane levou Ziggy aos EUA. A vida curta da persona revelaria apenas uma das muitas facetas de uma carreira marcada pela reinvenção contínua, pela inovação musical e pela apresentação visual.

Em 1974, o álbum Diamond Dogs previa, com seu som e sua temática caótica, a revolução punk que surgiria anos depois. Em 1975, Bowie finalmente conseguiu seu primeiro grande sucesso em território americano com a canção "Fame", em co-autoria com John Lennon, do álbum Young Americans. O som constitui uma mudança radical no estilo que, inicialmente, alienou muitos de seus devotos no Reino Unido. Nessa etapa, a carreira musical de Bowie se renovou e seguiu novos rumos. Após a criação de uma nova persona, Thin White Duke, apresentada no aclamado Station to Station (1976), que traz um Bowie interessado em misticismo, Cabala e Nazismo, ele confundiu as expectativas de seu público americano e de sua gravadora com a produção do minimalista Low (1977) — a primeira das três colaborações com Brian Eno durante os próximos dois anos. A chamada "Trilogia de Berlim" (com "Heroes" e Lodger) trouxe álbuns introspectivos que lograram o topo nas paradas britânicas e que ganharam admiração crítica duradoura.

Seguindo o sucesso comercial irregular no final dos anos 70, a canção "Ashes to Ashes" do álbum de 1980 Scary Monsters (and Super Creeps) alcançou o primeiro lugar no Reino Unido e lançou bases para um novo movimento chamado New Romanticism. No ano seguinte, junto à banda Queen, escreveu e cantou a canção "Under Pressure" e em seguida atingiu novo pico comercial com o álbum Let's Dance (1983), que rendeu sucessos com a canção homônima e o fez cativar nova audiência. Ao longo dos anos 1990 e 2000, Bowie continuou a experimentar novos estilos musicais, incluindo os gêneros industrial, drum and bass, e adult contemporary. Seu último álbum de inéditas foi por muito tempo Reality, uma mistura de melancolia e humor, suportado pela A Reality Tour de 2003–2004. Após um período de quase dez anos em hiato, anuncia The Next Day pelo Facebook e pelo seu novo website. Seu novo álbum (The Next Day), está com três indicações ao Grammy (Melhor performance de rock 'Stars Are Out Tonight), Melhor Conteúdo Extra (The Next Day Extra) e melhor álbum de rock.

A influência de David Bowie é única, musical e socialmente. Como escreveu o biógrafo David Buckley, "ele penetrou e modificou mais vidas do que qualquer outra figura comparável." De fato, grande é sua influência no mundo da música entre artistas e bandas mais antigas e a nova geração, e, além de ter auxiliado movimentos como a libertação gay e a recriação de uma nova juventude independente, introduziu novos modos de se vestir na cena musical e tem uma carreira prestigiada no cinema. Em 2002, ficou em 29º lugar na lista popular 100 Greatest Britons e já vendeu mais de 136 milhões de álbuns ao longo de sua carreira. Foi premiado no Reino Unido com 9 certificações de álbum de platina, 11 de ouro e 8 de prata, e, nos Estados Unidos, 5 de platina e 7 de ouro. Em 2004, a Rolling Stone colocou-o na 39ª posição em sua lista dos "100 Maiores Artistas do Rock de Todos os Tempos" e em 23º lugar na lista dos "Melhores Cantores de Todos os Tempos".

No dia que o Bowie morreu, eu mal tinha posto o nariz pra fora do quarto, quando meu pai me deu a notícia. De início, eu pensei que era mentira, uma dessas notícias falsas. Mas, quando fui procurar, vi que era verdade. O que me deixou mais surpresa foi justamente essa morte “do nada”. Havia 18 meses que ele estava tratando de câncer no fígado e ninguém sabia. Pelo menos, ele morreu fazendo o que mais gostava.

Minha fase preferida dele é a de Ziggy Stardust. Algumas músicas tem um significado muito especial para mim. Bowie é aquele tipo de artista que te inspira a ser quem você quiser, sem medo da opinião das outras pessoas. Aqui uma listinha pra vocês curtirem um pouco esse artista que se foi muito cedo:
- Rebel Rebel
- Space Oddity
- Starman
- Heroes
- John, I’m Only Dancing
- The Man Who Sold The World
- Under Pressure (with Queen)
- Suffragette City
- Ashes to Ashes
- Lazarus
- Life On Mars
- Ziggy Stardust
- Changes
- Fame
- Moonage Daydream


Música preferida de todas – Rebel Rebel (faixa 6 do lado A do álbum Diamond Dogs / faixa 4 da trilha sonora The Runaways)

Primeira música que ouvi – Space Oddity (faixa 1 do álbum Space Oddity)

Último clipe lançado – Lazarus (faixa 3 do álbum Blackstar)

Álbuns
- David Bowie
- Space Oddity
- The Man Who Sold the World
- Hunky Dory
- The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars
- Aladdin Sane
- Pin Ups
- Diamond Dogs
- Young Americans
- Station to Station
- Low
- "Heroes"
- Lodger
- Scary Monsters (and Super Creeps)
- Let's Dance
- Tonight
- Never Let Me Down
- Black Tie White Noise
- Outside
- Earthling
- 'hours...'
- Heathen
- ·Reality
- The Next Day
- Blackstar

EPs
- Baal
- Earthling in the City
- Live EP (Live at Fashion Rocks)

Singles
- Liza Jane
- I Pity The Fool
- You’ve Got a Habit of Leaving
- Can’t Help Thinking About Me
- Do Anything You Say
- I Dig Everything
- Rubber Band
- The Laughing Gnome
- Love You Till Tuesday
- Space Oddity
- Ragazzo Solo, Ragazza Sola
- The Prettiest Star
- Memory of a Free Festival
- Holy Holy
- Moonage Daydream
- Hang On to Yourself
- Changes
- Starman
- John, I’m Only Dancing
- The Jean Genie
- Drive-in Saturday
- Time
- Life On Mars?
- Let’s Spend the Night Together
- Sorrow
- Diamond Dogs
- 1984
- Knock On Wood
- Rock ‘n’ Roll with Me
- Young Americans
- Fame
- Golden Years
- Station to Station
- TVC 15
- Be My Wife
- “Heroes”
- Beauty and the Beast
- Breaking Glass
- Boys Keep Swinging
- DJ
- Yassassin
- Look Back In Anger
- Alabama Song
- Crystal Japan
- Ashes to Ashes
- Fashion
- Scary Monsters (and Super Creeps)
- Up the Hill Backwards
- Under Pressure (with Queen)
- Wild Is the Wind
- Cat People (Putting Out Fire)
- Peace on Earth/Little Drummer Boy
- Let’s Dance
- Chine Girl
- Modern Love
- Without You
- White Light/White Heat
- Blue Jean
- Tonight (with Tina Turner)
- This Is Not America
- Loving the Alien
- Dancing the Street (with Mick Jagger)
- Absolute Beginners
- Underground
- Magic Dance
- When the Wind Blows
- Day-in Day-out
- Time Will Crawl
- Never Let Me
- Under The God
- Tin Machine/Maggie’s Farm
- Prisoner of Love
- Fame ‘90
- You Belong in Rock ‘n’ Roll
- Baby Universal
- One Shot
- Real Cool World
- Jump The Say
- Black Tie White Noise
- Miracle Tonight
- The Buddha of Suburbia
- Ziggy Stardust
- The Heart Filthy Lesson
- Strangers When We Meet/The Man Who Sold the World
- Hallo Spaceboy
- Telling Lies
- Little Wonder
- Dead Man Walking
- Seven Years in Tibet
- Pallas Athena
- I’m Afraid of Americans
- I Can’t Read
- Without You I’m Nothing (with Placebo)
- Thursday’s Child
- The Pretty Things Are Going to Hell
- Survive
- Seven
- Slow Burn
- Everyone Says ‘Hi’
- I’ve Been Waiting for You
- New Killer Star
- Never Get Old
- Rebel Never GetsOld
- Arnold Layne
- Where Are We Now?
- The Stars (Are Out Tonight)
- The Next Day
- Valentine’s Day
- Love Is Lost
- Sound and Vision
- Sue (Or in a Season of Crime)
- Blackstar
- Lazarus

Fonte: David Bowie

PS: me desculpem pelo post gigante, mas ele merecia.

16 comentários:

  1. Oi, Luiza! Tudo bem? Adorei sua homenagem à David Bowie. Essa foi uma grande perda que sofremos, né? :( Mas ainda temos as várias músicas deles para ouvir e relembrar dele... Adoro "Heroes"! :)

    Abraço

    http://tonylucasblog.blogspot.com.br/

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  2. Olá, Luiza. :)

    Bela homenagem. Infelizmente esta é uma doença muito difícil de lidar, não impossível, mas é algo muito delicado. Como você mesma disse, ele faleceu fazendo o que mais gostava. Parabéns pelo blog, a cada vez que passo por aqui está mais lindo.

    Beijos. :*
    http://ijornalize.blogspot.com.br/2016/01/ta-na-estante-intergalactica-onde.html

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  3. Oi Luiza.

    Linda homenagem que você preparou para ele. Mas infelizmente essa doença é muito triste, dolorosa e sofre muito. Eu presenciei de perto com a minha mãe. Não é fácil.
    Eu não era ouvir muito as musicas dele, mas conhecia por causa do meu tio que é muito fã.

    Bjos

    http://historiasexistemparaseremcontadas.blogspot.com.br/

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  4. oi, oi.

    esse post veio mais do que na hora certa, menina. fiquei completamente perdido ontem no Twitter. todo mundo só falava nele e eu, infelizmente, não conhecia nenhuma música dele, apenas o estilo totalmente próprio.

    adorei o teu post!

    bjs!
    Não me venha com desculpas

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  5. Confesso que não era fã, mas fará falta, visto que ele era um ícone.
    Adorei a postagem.

    Desbrava(dores) de livros - Participe do top comentarista de janeiro. Serão dois vencedores!

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  6. Olá, Luiza.
    Bela homenagem você prestou aqui na postagem. Eu confesso que só conhecia o cantor no dia em que anunciaram a morte dele. Mas sei que os fãs ficaram arrasados.

    Blog Prefácio

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  7. Olá, eu não curto muito rock, mas achei divertida a sua homenagem e até acabei gostando de algumas músicas, haha.
    Beijos,
    Do it like Anna

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  8. Olá Luiza, tudo bem?

    Estou complete abalada com toda essas situações e essa doença que vem e volta e sempre leva um dos melhores como David Bowie e hoje soube da morte do Alan Rickman e estou devastada! Pela mesma doença! Ao menos sabemos que eles sempre serão lembrados! Adorei todo cuidado que você teve em realizar em homenagem eu realmente tetei mas não consegui ser tão forte, que descanse em paz.
    Beijinhos
    http://resenhaatual.blogspot.com.br/

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  9. Olá,
    não sabia muito sobre ele até então.Adorei seu post me fez conhecer mais sobre esse artista maravilhoso!
    http://blogexplicita.blogspot.com.br/

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  10. Oi Lu! Uma pena um artista tão talentoso nos deixar. Esta semana está triste, você viu o ator que fez o Severo?

    Bjos!! Cida
    Moonlight Books

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  11. Oi Lu!
    Ele pelo jeito era um artista muito amado. Confesso que não senti muito a perda porque o estilo musical dele não me agrada e também não conhecia musicas dele. Mas é sempre triste perder alguém :(

    Abraços
    David
    http://www.olimpicoliterario.com/

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  12. Oi, Luiza!
    Realmente foi uma pena, uma grande perda pro mundo... Mas acho que a passada do Bowie pela Terra foi mais do que lengendária, ele, com certeza, deixou sua marca.
    A primeira música que ouvi dele foi Hero, em um mash up que fizeram dela com uma das minhas músicas favoritas da vida: Don't You (Forget about me), do Clube dos Cinco...
    Enfim, muito bom o seu post, ele mereceu mesmo!
    Beijoss
    www.vidaemmarte.com.br

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  13. Oi
    muito legal a sua homenagem, nunca fui de escutar música dele, mai sei que já escutei alguma e não liguei a pessoa, sempre é triste quando isso acontece e devasta muitos fãs.

    momentocrivelli.blogspot.com.br

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  14. Oi Luiza!
    Achei ótima a sua atitude de homenagear o David Bowie. Foi uma grande perda para a música, mas pelo menos ficamos com o excelente trabalho dele, né?
    Beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com.br/

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  15. Olá, tudo bem?
    Não conhecia o cantor, só fiquei o conhecendo depois de sua morte... Muito triste perde talentos mundiais.
    Beijos
    http://amandastale.blogspot.com

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  16. Muito bacana sua homenagem. Ele foi um grande ícone da música que nos deixou cedo demais. Aliás, 2016 já começou com grandes perdas :(

    Beeijo
    Resenhando Sonhos

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